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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Para maiores de... 4


Já não me lembrava da última vez que tinha ido ao cinema. Não me recordava qual o filme, a hora do dia ou até o cheiro das pipocas que acaba sempre por invadir as salas. Com certeza tinha sido há muito, num passado ainda a dois.
E de repente, tudo mudou.
Os quase quatro anos de idade trouxeram com eles um apetite cinéfilo difícil de contentar. Resultado: a minha bagagem cinematográfica está mais rica, ou pelo menos mais colorida. Depois do Winnie e do seu apetite insaciável por mel, do Po e dos seus golpes - de barriga e não só -, dos truques de karaté que partilha com o Grou, a Tigreza, o Mestre Macaco, o Louva ou a Víbora, vieram os carros, a velocidade, o barulho dos motores a acelerar e, confesso, uma ou outra ocasional passagem pelas brasas, que isto de ir ver filmes depois do almoço tem destas coisas.
E com isto chego à conclusão, algo desoladora, que, em apenas um mês, já fui mais vezes ao cinema do que em vários anos da minha vida. E sempre para ver filmes para maiores de 4... ou 6! 

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Volta, Daniel LaRusso

Os remakes até podem estar na moda, mas há coisas que não voltam a ser como eram. É o caso do Karaté Kid. Esta novidade que nos chega agora protagonizada pelo filho do Will Smith bem pode ter o nome do original, mas por favor... querer comparar-se ao protagonizado pelo Ralph Macchio, que tinha bastante bom aspecto nos anos 80 (eu sei que o senhor não envelheceu como o vinho do Porto, mas também não se pode querer tudo!), toca a fronteira da ofensa. E quem é que não teve uma paixoneta pelo Daniel LaRusso, com a sua fita na cabeça? Quem é que não sonhou acordada ao som do Glory of Love, do Peter Cetera (ok, não é nenhum Beethoven, mas para a época alta das festas de garagem até nem era nada mau)? É caso para dizer: Oh,Jaden Smith, cresce e aparece!

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Were the wild things are

É mágico, como aliás é tudo o que nos é dado a mostrar pelo olhar de uma criança. Mas o mais incrível é como nos envolve na sua magia, como nos consegue transportar para aquele mundo e nos faz querer lá ficar.