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quarta-feira, 23 de março de 2011

Para cima, para baixo...

Com a iminente saída do Governo, decidi também eu começar uma nova fase (não esteja convicta que a queda de Sócrates vá significar grandes mudanças no País, mas enfim). Por isso, calcei as sapatilhas, vesti um fato a rigor, peguei nos pesos e comecei a jornada de exercícios que irá terminar, se a minha força de vontade o permitir, no fim do mês de Abril. Confesso que fiz um pouco de batota (parei para respirar mais do que cinco segundos, que é o oficialmente permitido), mas as dores que agora sinto, espalhadas por vários pontos distintos do meu corpinho (das pernas aos braços) podem querer dizer que a coisa está a funcionar.

terça-feira, 22 de março de 2011

E a aventura começa...

Mais à frente no livro sobre dietas, as promessas eram bem mais ambiciosas. 
“Será necessário que se empenhe, mas, prometo-lhe, desenvolverá um corpo saudável e perfeito. Terá uma pele maravilhosamente tonificada. Músculos firmes e muita energia. Acabaram-se as preocupações – apenas resultados.”
Depois, veio o balde de água fria, a imersão na dura realidade. 
“Não sou a fada Sininho”, lia-se na página 54. “Não há pozinhos de perlimpimpim”, continuava. “Ao início, sentir-se-á desconfortável. Sentir-se-á dolorida.” 
Mau, pensei eu. Isso é aquilo que acontece sempre que começo a fazer exercício. E é também aquilo que me faz desistir. Por isso, e porque pensado bem a ambição desmesurada nunca fez bem a ninguém, decidi fazer umas (pequenas) adaptações ao programa sugerido pelo livro. Ou seja, em vez do Sumo de Couve para o pequeno-almoço ou da Salada de Feijão Branco para o lanche, vou eliminar de uma vez por todas (durante 30 dias, quero eu dizer) as bolachas do meu menu. Acabaram-se as Oreo, as recheadas de chocolate, as de baunilha com creme de cacau, as de mousse e por aí fora. E acabou-se também o consumo, à colherada, do doce de abóbora com pinhão que me tenta todas as vezes que abro o frigorífico. Quanto aos exercícios, já reuni o material e amanhã lá estarei, em frente da televisão, a transformar o meu corpo no da Gwyneth Paltrow.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Parece que vou ter o corpo perfeito

Quando recebi o livro, pensei: Ah, mais um que promete milagres para quem quer perder peso.
‘O Método Revolucionário para Emagrecer e Ter o Corpo Perfeito’, como se intitulava esta novidade, da autoria de uma norte-americana, Tracy Anderson, colocava a fasquia elevada, ao prometer resultados em apenas 30 dias. Mas não uns resultados quaisquer. É que dizia ser a dieta que transformou o corpo de Gwyneth Paltrow - que é, de resto, a autora da introdução -, Courtney Cox e Shakira, moças que, parece-me ser consensual, têm uns corpinhos muito jeitosos.

Por isso, decidi começar a folhear o livro. Não que esteja totalmente insatisfeita com a minha aparência. Mas é um facto que gostava de perder uns quilinhos e, mais do que isso, ficar em forma, coisa que, se não me engano, não acontece há uns valentes anos (para não dizer décadas).

A palavra músculos é uma constante nas primeiras páginas. Algo que eu também não tenho e gostava de ter. Ou seja, mais uma razão para continuar, pelo menos a ler.

“Senhoras e senhores, a transformação é possível. E alcançável. Nada conseguirá se não se empenhar, mas se o fizer, conseguira, garantidamente. Eu sou a prova disso. E, dentro de 30 dias, com a ajuda deste livro, também a leitora o será.” Empenho, esforço, vontade... as palavras de sempre, que são um desafio constante à minha também ela constante preguiça. Então está bem, pensei outra vez. Vou aceitar o desafio. E não peço que, ao fim de 30 dias, o meu corpo esteja igual ao da Gwyneth. Mas pelo menos parecido.