Querem ver que, afinal, Hitler não morreu? É que, dizem agora os cientistas da Universidade de Connecticut, o fragmento de crânio que se pensava pertencer ao ditador, guardado em Moscovo, pertence a uma mulher. Ou seja, a não ser que Hitler fosse uma mulher travestida de homem, o senhor pode bem estar vivo.
Reza a história que, quando as tropas soviéticas invadiram o bunker onde se encontrava Hitler, em 1945, encontraram os restos queimados de Adolf e da amante. Um ano depois, os cadáveres foram trasladados para Moscovo, para se investigar as circunstâncias da morte do alemão. Em 1970, os líderes soviéticos ordenaram a destruição dos restos mortais, sobrando apenas objectos que se encontravam no mesmo bunker, como o sofá, onde se crê que o casalinho pôs fim à vida.
quarta-feira, 30 de setembro de 2009
terça-feira, 29 de setembro de 2009
Procura-se inocência perdida
O que é feito da inocência da infância? Uma pergunta que me parece cada vez mais lógica perante notícias como a que ontem o jornal britânico The Sun nos brindou e, confesso, me chocou. Sim, é verdade que nos dias que correm já não me devia chocar com tão pouco, mas parece que a inocência que caracterizou a minha infância ainda não desapareceu por completo. Pois que fiquei verdadeiramente horrorizada ao saber que milhares de crianças de - repare-se no pormenor - escolas primárias e preparatórias usam pulseiras. Até aqui, nada de especial, não fosse o facto dessas pulseiras, de cores diferentes, identificarem até onde os jovenzinhos (alguns com sete anos) estão dispostos a ir no que diz respeito à vida sexual, algo que só os devia preocupar daqui a muitos e muitos anos.
Ao que parece, os miúdos andam uns atrás dos outros nos recreios, a ver se as pulseiras se partem. E, quando isso acontece, quem a tinha no pulso tem de oferecer o acto físico que corresponde à cor usada - amarelo significa que se tem que abraçar um rapaz; cor-de-rosa implica mostrar as mamocas; vermelho, dar uma lap dance e azul fazer uma qualquer forma de sexo oral. Há ainda o preto, que é o mesmo que dizem ir até ao fim com um rapazinho.
Perante isto, fica apenas a pergunta: onde raio e o que raio andam a fazer os pais destes putos?
Ao que parece, os miúdos andam uns atrás dos outros nos recreios, a ver se as pulseiras se partem. E, quando isso acontece, quem a tinha no pulso tem de oferecer o acto físico que corresponde à cor usada - amarelo significa que se tem que abraçar um rapaz; cor-de-rosa implica mostrar as mamocas; vermelho, dar uma lap dance e azul fazer uma qualquer forma de sexo oral. Há ainda o preto, que é o mesmo que dizem ir até ao fim com um rapazinho.
Perante isto, fica apenas a pergunta: onde raio e o que raio andam a fazer os pais destes putos?
Brandos costumes
Nós somos mesmo um país de brandos costumes. Senão veja-se: por cá, fazemos quizzes no Facebook que nos indicam para onde emigrar agora que o Sócrates voltou ao poder; nos Estados Unidos, questionam sobre se Barack Obama deve ou não ser assassinado, na sequência do Plano de Saúde que tanto defende. Ah! E 750 pessoas fizeram o teste.
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
Ressaca eleitoral
Depois de uma longa noite, mais por força das obrigações do que por opção, de uma noite em que as coisas podiam ter mudado (se bem que a mudança seria sempre relativa) mas ficaram na mesma, de uma noite com palavras que se repetiram em diferentes bocas, com discursos bafientos e ultrapassados, fica a certeza: a política realmente não me diz nada. E mesmo quando tento manter o interesse, quando procuro saber mais, esbarro sempre na teoria retrógrada de uns quantos que se dizem representantes dos interesses nacionais, mas que, cada vez mais me convenço, são é prossecutores dos seus próprios interesses.
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Obrigada, amigo ar condicionado
Tenho que dar a mão à palmatória. O malfadado ar condicionado, aquele que tem sido responsável pelos lenços de papel que me enchem o caixote do lixo, pelas fungadelas e espirros sucessivos e, acredito piamente, por algumas dores de cabeça afinal até tem serventia. E não, não estou a falar da que originalmente devia ser a sua função - refrescar o povo -, mas de um outro propósito, recentemente descoberto: o de afastar alguns odores. Nunca pensei em mim como uma pessoa particularmente sensível aos cheiros, com a excepção dos insecticidas, que quase me levam ao desespero, pela comichão que me provocam no nariz. Mas enganei-me. Há perfumes ou desodorizantes (ainda está por determinar qual dos dois se trata) que, dada a sua semelhança com sprays conhecidos pelo seu papel no extermínio do mosquedo, me tiram do sério. E é aqui que entra o - agora sim, posso dizê-lo - amigo ar condicionado, que parece fazer dissipar, ainda que timidamente, o odor e levá-lo para outras paragens. O meu nariz e garganta não se cansam de agradecer.
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
Limpar Portugal
Confesso que quando vi o vídeo - http://www.youtube.com/watch?v=A5GryIDl0qY - fui invadida pelo espírito da coisa e acreditei que tudo era possível. Qual Obama, pensei logo: "Yes we can". Depois, tomei conhecimento da iniciativa Limpar Portugal (http://limparportugal.ning.com/) e nem pensei duas vezes: corri a inscrever-me. Mas agora que penso no assunto, acho que conseguir que cem mil portugueses deitem mãos à obra e, todos juntos, em apenas um só dia (20 de Março) limpem as lixeiras espalhadas pelo País, é tarefa impossível. Se ainda continuamos a colar pastilhas debaixo das cadeiras e a cuspir para o chão? É pena.
É mentira
Diz um estudo norte-americano que, em apenas dez minutos, as pessoas mentem três vezes. E de acordo com um professor de psicologia da Universidade de Massachusetts, encaramos a mentira como um recurso de sobrevivência social. "Em geral, mentimos para tornar as interacções sociais mais fáceis e agradáveis, dizendo o que os outros querem ouvir, ou para parecermos melhores do que realmente somos." E ainda me perguntam porque é que estou tantas vezes calada...
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